segunda-feira, 8 de julho de 2013

S.Pedro - A.C.R "As Mós" 2013


S. Pedro, uma vez mais, foi pretexto para confraternização nas Mós

A convite da Associação de Cultura e Recreio "As Mós", a população das Mós saiu uma vez mais à rua para confraternizar entre si e celebrar o seu santo popular preferido - S. Pedro. 
O momento gastronómico contou com sardinha assada, carne de porco na brasa, caldo verde e arroz-doce (o tal arroz-doce, das Mós, de comer e chorar por mais!).
A festa realizou-se dia 19 de junho na sede da associação, e a animação musical esteve a cargo de Gilberto Cruz e a sua banda.

domingo, 19 de maio de 2013

ACR "As Mós" - XV Aniversário


Não precisávamos estar presentes na festa de Aniversário para que se soubesse o quanto admiramos o trabalho desenvolvido pela Associação de Cultura e Recreio “As Mós”. De igual modo, porque a actividade associativa levada a efeito ao longo destes quinze anos de vida nas mais diversas iniciativas é reconhecida no universo concelhio e regional, não era preciso dizer mais nada para enaltecer a grandeza e a justeza desta Associação.
Em todo o caso, e mais uma vez, estivemos presentes para contar como foi. Também para cantar os parabéns e apagar as velas de aniversário, mas, essencialmente para degustar a amizade que se revive em momentos como este.
Atestando a autenticidade familiar do momento, trouxéssemos meia dúzia de fotografias que convidamos a espreitar.
Viva as Mós!...
Viva a Associação!...

sexta-feira, 1 de março de 2013

o XII Passeio Pedestre

Os tesouros só trazem felicidade se forem partilhados
Sophia de Mello Breyner.

O domingo, dia 24 de fevereiro, acordou com sol... e, pouco a pouco, aos nossos olhos, o XII Passeio Pedestre das Mós foi-se exibindo feito paisagem... era dia de mais uma iniciativa da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.

Fruto da ideia de dar a conhecer a riqueza paisagística da freguesia, o Passeio Pedestre da Mós, em 2013 denominado “por trilhos e veredas da estação”, para além da justeza da homenagem a todos aqueles que no passado calcorrearam esses caminhos, assumiu, por excelência da paisagem, contornos de autêntico tesouro. E assim, para a maioria dos cento e cinquenta participantes que desconhecia por completo (com o Rio aqui tão perto) esta parcela do Douro Superior, o deslumbramento foi total, pois “os tesouros só trazem felicidade se forem partilhados”.

Quando no almoço, depois do caldo de cebola, dos grelhados e da conversa de amigos, se saboreou por sobremesa o doce que a laranja-das-Mós tem, ficava-nos a ideia de quanto é bom sonhar para levar a efeito iniciativas como esta. 
E lembrámos (por Alberto Caeiro) Fernando Pessoa:

“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...”
Ver Fotos AQUI

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O Magusto da Associação

Quase uma centena
A Comemorar o São Martinho


A Associação de Cultura e Recreio “As Mós” levou a efeito, no dia 10 de novembro, mais um Magusto de São Martinho, com o objectivo de proporcionar uma tarde de convívio aos seus associados e à população que se quisesse inscrever.
Segundo a organização, a adesão superou a expectativa pois pouco faltou para que se registasse uma centena de inscrições.
E foi num ambiente de alegria, de animação e convívio que o dia se preencheu, pois para além do magnífico repasto indicado na ementa e das castanhas assadas, o magusto deste ano contou também com uma agradável sessão de karaoke onde alguns (cantando e encantando) puderam mostrar os seus dotes vocais para alegria de todos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

X Encontro/Convívio de Naturais, Residentes e Amigos das Mós


No passado sábado, dia 16 de Junho, pelo 10º ano consecutivo, os naturais e amigos das Mós encontraram-se em convívio. A zona centro era a contemplada para o encontro deste ano e foi escolhido o aprazível e amplo Parque de Merendas de Mogofores (Anadia), o mesmo espaço onde se realizaram já os 2º e 6º convívios em 2004 e 2008 respectivamente. Uma organização da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.
A parte da manhã, numa vertente mais cultural, foi preenchida com a visita ao Aliança Underground Museum. Repartidos por dois grupos (coube-nos acompanhar o segundo) e guiados por uma funcionária do museu, os convivas puderam deliciar-se com a quantidade de arte exposta nas várias galerias.
“O Aliança Underground Museum é um espaço expositivo, que se desenvolve ao longo das tradicionais caves da Aliança Vinhos de Portugal.
Contemplando oito colecções distintas, este equipamento museológico versa áreas como a arqueologia, etnografia, mineralogia, paleontologia, azulejaria, cerâmica e estanharia abrangendo uma impressionante extensão temporal com milhões de anos.
Inseridos no grande universo da Colecção Berardo, estes acervos resultam do cuidado constante do coleccionador José Berardo, em imunizar peças e obras de arte, de múltiplas origens e espécies, com significado por vezes histórico, por vezes sentimental.”

A tarde começou com o almoço confeccionado pela organização e saboreado pelas duas centenas de convivas distribuídas em grupos pelas mesas do parque. A partilha dos sabores, das conversas e sentimentos, contribuiu para a predominante boa disposição que, à parte dos sorrisos e dos abraços, havia de transbordar espontaneamente nas danças efectuadas ao som da música bem executada, quer vocal quer musicalmente, pelo grupo convidado, o “Duo Bairrada”.
Como reconhecimento pela pessoa que é e à atleta campeã nacional de basquetebol Sub-19 pela Ovarense, a A.C.R. “As Mós” decidiu distinguir este ano a denodada mosense Mariana Bandeirinha. Numa cerimónia simples mas emotiva - porque as Mós, mais que tudo, é paixão - foram enaltecidas as qualidades da homenageada sendo-lhe oferecida uma placa onde esse agradecimento ficou gravado.

A justeza do facto leva a que não sejam vãs as palavras de agradecimento às famílias “Velha” e “Polido”, pois no entender do responsável José Alberto, estas, auxiliadas pelos restantes elementos, foram inexcedíveis no esforço e imprescindíveis na realização.
No seguimento da reflexão proposta pela organização sobre a continuidade do formato destes encontros, pensamos que o êxito dos primeiros 10 se deve sobretudo às características com que os mesmos foram efectuados, e que por isso, ainda que o trabalho de organização seja enorme, qualquer mudança de estratégia seria trocar o certo pelo incerto.

Porque estamos de acordo com o sentimento vivido, fazemos nossas as palavras deixadas no MiniChat do blog dAs Mós: “A alma de um povo vê-se nas suas gentes. Parabéns à Associação pelo empenho e trabalho na organização e realização do Encontro de Mosenses. Um dia fantástico e inesquecível”.

- Clique nas fotos para ver a galeria respectiva -

quinta-feira, 24 de maio de 2012

XIV Aniversário da A.C.R. "As Mós"


"Celebrar aniversário é ter oportunidade de fazer novos amigos"

 No passado sábado, 19 de Maio, celebrou-se o XIV aniversário da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.
Como vem sendo hábito, realizou-se no salão da junta de freguesia um serão musical aberto a toda a população. O grupo convidado para o efeito veio de Alijó e era liderado pelo João Luís (do Quina de Copos) que trouxe na bagagem, além de outras, músicas do Zeca Afonso e do Pedro Barroso. Variando o reportório com canções populares entoadas pela sua companheira Zé, ambos, proporcionaram momentos distintos que agradaram a todos os presentes.
E se a tarde serviu para que alguém fizesse pelas ruas da aldeia uma peregrinação de saudade, já depois do espectáculo, a noite, acabou por conduzir alguns "pacientes" a comprovar a virtude de uma seringa injectora numa pharmácia de serviço polidamente social.
Oxalá os aniversários vindouros, pela força associativa que se renova em cada um, desta ou de outra forma, continuem a ser um motivo de orgulho mosense. Pois “celebrar aniversário é ter também oportunidade de fazer novos amigos”.

c.p.
 

domingo, 26 de fevereiro de 2012

XI Passeio Pedestre da A.C.R. "As Mós"

Cerca de 250 participantes no passeio de 2012
Um Sucesso Organizativo


Integrado uma vez mais no programa da Festa da Amendoeira em Flor e dos Patrimónios Mundiais do Município de V. N. de Foz Côa, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” realizou o seu XI Passeio Pedestre “Amendoeiras em Flor”.
Com a concentração marcada para as 9h00 de domingo na sede da associação, foram necessários cinco autocarros para transportar todos os participantes até Freixo de Numão. Aí, depois do aperitivo servido nas instalações da Adega Cooperativa local, deu-se início à caminhada, eram 10h40.

Foram 8kms com significado aumentado, pois para além do salutar contacto com a natureza e da visão surpreendente das paisagens durienses, os participantes tiveram oportunidade de se associar à história colectiva mosense ao percorrer o caminho que era antigamente feito pelos habitantes das Mós no regresso a casa vindos do mercado mensal de Freixo de Numão.

No final do passeio, com a alma farta de contentamento, era hora de dar prazer ao corpo; foi o que a feijoada do almoço, servida e confeccionada pela organização no salão da freguesia, nutritiva e saborosamente, se encarregou de fazer.
O novo recorde de participantes no Passeio Pedestre da A.C.R. “As Mós” veio não só comprovar o êxito anual deste evento, tornando-o, no género, o mais participado na região, mas também prestar homenagem a uma associação que ao longo de catorze anos de existência tem sabido com o seu esforço e dedicação levar bem longe o nome das Mós.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Magusto de S. Martinho - Mós 2011

 “Grande Magusto. Grande noite de fado pelo Zé Andrade (Zé Maluco)" - José A.V. Grifo


Manda a tradição que o dia de S. Martinho se comemore com castanhas e vinho. Assim aconteceu no dia 12 de Novembro, uma vez mais numa organização da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.

A tarde começou trazendo nuvens ameaçadoras de molhar a festa, mas foi clareando com a aproximação da hora marcada para o início do magusto, pois, quando as 16h00 chegaram, as nuvens deram lugar ao sol que, mesmo envergonhado, propiciava um tempo de autêntico Verão que se diz ser de S. Martinho.  
No largo associativo das Mós, fronteiro à Associação e ao Centro Social, a comida, a conversa e a brincadeira preencheram as horas que se mostraram pequenas para saborear a amizade entre os 120 convivas.
A serenidade da tarde havia de ficar noite dentro, aquecida, não só pelo vinho e pelas castanhas assadas mas também pela contagiante demonstração artística do Zé Andrade (zé maluco): - Fados... "em DÓ maior"... Eufemismos, do outro lado da vida.
Cientes da importância anímica e social que estes eventos representam, endereçamos os parabéns à organização e ao povo das Mós por mais esta demonstração de bairrismo.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Adelino Augusto Ramos Moutinho

Constituído maioritariamente por medalhas e certificados de participação em provas de atletismo diversas, mas também por equipamento e fotografias dos momentos mais significativos da sua carreira, está patente em exposição na sede da Associação de Cultura e Recreio “As Mós” um vastíssimo espólio de Adelino Augusto Ramos Moutinho.
Natural das Mós, Adelino Moutinho achou assim por bem mostrar aos seus conterrâneos o percurso desportivo e profissional ao qual dedicou enorme empenhamento.

terça-feira, 14 de junho de 2011

O REENCONTRO DOS NATURAIS E AMIGOS DAS MÓS

Como fora previamente anunciado, o 9º Encontro / Convívio dos Naturais e Amigos das Mós realizou-se no passado dia 11 de Junho, e pela terceira vez a Confraternização teve lugar no amplo recinto anexo ao edifício dos Missionários da Consolata no Alto da Maia – Ermesinde. Cerca das 11horas e 30, chegou o autocarro proveniente das Mós e a vastidão da área disponível contribuiu para uma extraordinária dispersão dos convivas, de tal modo que ninguém diria que estavam presentes mais de duas centenas de participantes, um número considerável se levarmos em linha de conta que este é o nono encontro consecutivo, levado a cabo pela nossa prestimosa Associação. Antes e durante a refeição festiva, formaram-se dezenas de grupos de pessoas com maiores afinidades, para conviverem mais estreitamente durante meia dúzia de horas. Comeram-se fresquíssimas sardinhas assadas, carne de porco assado no espeto, frango assado e batatas fritas… Tudo bem regado com o delicioso vinho da nossa Terra. Os abstémios e os mais doentes tiveram à sua disposição sumos e outras inofensivas bebidas. E como não podia deixar de ser, foram “comes e bebes” à discrição, sem restrições, como sempre…Depois do repasto, a maioria dos convivas aproximou-se da mesa onde estavam expostos os livros: “A Caminho de Santa Bárbara” de autoria da Mosense do coração, Dr.ª Maria Cristina Quartas e o “Trovador do Douro”, obra póstuma do distinto dourófilo Professor Mário Anacleto. Pelas 16 horas, o nosso habitual “pivot” (o Amigo José Alberto) convidou os presentes a deslocarem-se para o anfiteatro a fim de ficaram mais perto do palco, situado na parte inferior do recinto, onde começariam por ter lugar os programados recitais das irmãs Quartas. Antes das duas poetisas entrarem em funções, foi chamado ao palco o autor destas linhas que, por ainda não ter lido as acima referidas obras, se limitou a evidenciar algumas qualidades de sua prima, a Dr.ª Cristina Quartas que, apesar da pouca convivência entre ambos, já o haviam impressionado: a sua extrema sensibilidade e a sua intrepidez. A primeira, bem patenteada na paixão genuína e rediviva pelas Mós e o Douro Superior, acrescida com a faculdade de se impressionar vivamente com as pessoas e as coisas simples; a sua intrepidez ficou amplamente demonstrada quando se dirigiu aos dois presidentes da Câmara e da Junta, convidando-os a custearem as edições dos dois livros acima referidos. As duas irmãs recitaram de maneira muito sensibilizante, com vozes bem timbradas, versos direta ou indiretamente repletos de romantismo. Depois, os organizadores acharam propício o ensejo para homenagear, a título póstumo, o Mosense José Eraldo, antigo jogador de futebol da equipa representativa das Mós. Apesar da entrega da respectiva placa ter ficado adiada, usou da palavra o amigo Luís António Sequeira (sobrinho do homenageado] que fez uma breve resenha do homem e do jogador precocemente desaparecido do “mundo dos vivos”. Para fechar com ”chave de ouro”, atuou o Amigo Carlos Pedro que tocou e cantou com a sua voz bem timbrada, canções tradicionais e a balada “Traz outro amigo também” de Zeca Afonso. Mais significativa do que esta, é a reportagem fotográfica realizada por este Amigo das Mós. Portanto, eu sugiro aos meus pacientes leitores que consultem o dasmos.blogspot.com, até porque “uma boa imagem vale por mil palavras”. Ao fim da tarde, a Organização serviu aos convivas um apetitoso caldo verde e frango assado, fruta e bebidas. Para recordar ficaram também os instantes de convívio com amigos e parentes, recordando não só os nossos maiores mas também alguns acontecimentos de tempos passados. Em todos nós, os ausentes, era evidente um sentimento comum: uma afectuosa saudade pelos aspectos singulares da paisagem natural do termo das Mós e da região onde está inserida. Em suma: foram inesquecíveis momentos em que parentes e amigos saudosos se reencontraram, para relembrarem os que partiram e os sítios onde passaram os dias ledos dos verdes anos. Eventos como este têm o condão de provocarem nos ausentes uma indefinível renovação de forças físicas e anímicas. 
Algés, 14 de Junho de 2011 
José Gomes Quadrado

quinta-feira, 5 de maio de 2011

sábado, 5 de março de 2011

X Passeio Pedestre das Mós

Um tempo primaveril veio dilatar a beleza da jornada



Uma vez por ano, por altura da Festa das Amendoeiras em Flor, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” leva a efeito o seu Passeio Pedestre. A realização do evento de 2011 decorreu no dia 27 de Fevereiro e levou os 80 caminhantes a percorrerem, nas encostas viradas ao Douro, o caminho que liga a aldeia ao recinto da capela de Nossa Senhora da Veiga.

Se o percurso escolhido pela organização, só por si, instituía a certeza de uma excelência paisagística, o tempo primaveril que se fez sentir nesse dia veio dilatar toda a beleza da jornada.

O perfume exalado das amendoeiras em flor, os matizes autenticados por uma natureza que se reinventa, o Douro que parece aquietar-se sem pressa de chegar à foz, as histórias contidas nos lugares ora lembrados e as emoções de encantamento saudavelmente partilhadas, foram algumas razões desfruídas que conduziram a própria vontade nas três horas de caminho.

Falar em deslumbramento será pouco para quem comungou a evidência de um passeio assim. A alma estava empanzinada de beleza.
Era tempo de, proporcionalmente, estabilizar o corpo... o que aconteceu com a variedade comestível servida na merenda.

O regresso à aldeia fez-se de autocarro. Foi tempo de voltar ao sítio onde o sonho mora, a sede da A.C.R “As Mós”.

Que o passeio do próximo ano mereça constar também, pelo êxito, no invejável rol de iniciativas realizadas pela Associação, são os nossos desejos. Até lá, endereçamos os parabéns à organização.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O S. Pedro nas Mós


O Verão aí está! … E com ele o calor exibe-se, também, nas tradicionais manifestações da época. Os Santos Populares festejam-se um pouco por toda a parte e, nas Mós, o Santo eleito é o S. Pedro. A sua comemoração anual, a convite da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”, é tema para que na aldeia se exteriorize a alegria de uma noite de Verão.
Assim, no salão da Junta de Freguesia, dia 26 de Junho, ao jantar, preparando o corpo para o desgaste do folguedo da noite que se avizinhava, comeu-se caldo verde, sardinha assada e bebeu-se bom vinho da região.
Como sobremesa, o Arroz Doce (das Mós) haveria de congregar em si todos os sabores que se manifestaram em convívio: Doces. Tão doces como se quer que sejam os momentos que se repartem com os amigos.
Apesar da tarde ter ameaçado trovoada, a noite esteve quente, e o José Monteiro (da Quinta Nova) com a sua música fez corresponder o baile ao calor pretendido nestas ocasiões. Foi então tempo dos mais audazes mostrarem no terreiro os seus dotes dançarinos e dos mais envergonhados perceberem que, para tudo, há sempre uma primeira vez. E dançaram também.
A alma, essa, manteve-se ao rubro até às tantas.

terça-feira, 25 de maio de 2010

ACR"As Mós" Comemorou o 12º Aniversário

Para comemorar o seu 12º aniversário, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” levou a efeito mais uma jornada de convívio e cultura.

O evento decorreu no passado sábado, dia 22 de Maio, no salão da Junta de Freguesia, e constou de um jantar/convívio e uma peça de teatro levada a cena pelo grupo “Alma de Ferro” da Associação Cultural de Torre de Moncorvo.
Como complemento do um jantar bastante participado, o arroz-doce das Mós, teve, uma vez mais pela excelência, mercês de poder pertencer a um compêndio de gastronomia nacional, e o profissionalismo com que o grupo de Moncorvo representou “O Velho Ciumento”, de Miguel de Cervantes, foi reconhecido pela plateia que aplaudiu com entusiasmo.
A direcção da Associação quis juntar à festa o reconhecimento ao Blog dAs Mós, e ofereceu ao seu administrador (pelas mãos do grande mosense José Gomes Quadrado) uma placa comemorativa das 50.000 visitas.
Nas palavras de circunstancia proferidas pelo presidente da assembleia-geral, José Alberto Grifo, embaixador-mor da comunidade mosense, e referindo-se às dificuldades encontradas nesta dúzia de anos, salientou que o gosto de servir é maior que todo e qualquer o esforço despendido. Aproveitou também a hora para enaltecer a exuberante dedicação das mulheres da associação.
Citando o comentário deixado no blog pela amiga Aurora Leal, auguremos “que seja esta a primeira das dúzias culturais com que a associação nos brinda”…

segunda-feira, 17 de maio de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

Torneio de Sueca ACR"As Mós" - 2010


Realizou-se na tarde do passado dia 03 de Abril de 2010 na sede da A. C. R. “As Mós” um Torneio de Sueca, onde participaram 12 equipas. Sendo de louvar a participação de uma equipa mista.
A equipa constituída pelo Silvério Moutinho/José Fernando Polido foi a vencedora, tendo derrotado na final a dupla Luís Rodrigues/José Adriano Filipe, por 3-0.
Na disputa do 3.º lugar saiu vencedora a dupla Patrício Polido/Elísio Passeira que derrotou, também por 3-0, a dupla Abel Xavier/Joaquim Jorge.
Contrariamente à final, nos dois jogos das meias-finais registou-se um maior equilíbrio, tendo ambos terminado com o resultado de 3-2.
Parabéns aos vencedores

domingo, 28 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Sementeira

Em Vila Nova de Foz côa, dia 7 de Março, no Desfile Etnográfico da Flor da Amendoeira, entusiastas da Associação de Cultura e Recreio “As Mós” recrearam a tradicional forma da Sementeira.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

domingo, 22 de novembro de 2009

Carregamento de Telemóveis












Com a instalação de um terminal PayShop, o serviço público prestado pelo posto de correios da Associação passou a ter um novo serviço: Carregamento de Telemóveis.

sábado, 21 de novembro de 2009

O Magusto de S. Martinho 2009

Uma vez mais, a Associação de Cultura e Recreio “As Mós” levou a efeito o tradicional Magusto de S. Martinho. O evento realizou-se no passado sábado, dia 14 de Novembro.
Beneficiando do novo largo fronteiro à sede da Associação, uma centena de convivas pôde sentir o espírito de rua e o calor da "nova casa", repartindo-os paredes meias. Na rua, com a agitação que estes momentos proporcionam, saboreou-se o porco assado no espeto. Na “nova casa”, repousadamente, aqueceu-se a alma com o caldo de cebola. Mais tarde, com o doce que fica nos lábios pelo sabor da amizade, comeram-se as castanhas, assadas na rua antes de chover.
Para além da animação que sempre advém do encontro fraterno de amigos, a festa contou com o suplementar toque dos “Irmãos Murça” que, vindos da Mêda, quiseram associar a sua música à alegria de um convívio que foi pela noite dentro.
A S. Pedro, enquanto figura a condicionar o tempo, depois de umas horas de trégua, nada mais havia a pedir.
E a chuva voltou a aldeia.

sábado, 7 de novembro de 2009

sábado, 4 de julho de 2009

Foi êxito o Baile de S. Pedro

Qual foi a razão do êxito?
*
Podem dizer que o S. Pedro ajudou!...

Podem dizer que as sardinhas pingavam no pão!...
Podem dizer que as bifanas e o caldo verde estavam óptimos!...
Podem dizer que a música contagiou!...
Podem dizer que foi da organização!...
Podem até dizer que o povo das Mós é que é bairrista!...
Também...Tudo isso é verdade!
Mas o que eu acho mesmo, é que foi do Arroz Doce... Divinal!