sexta-feira, 1 de março de 2013

o XII Passeio Pedestre

Os tesouros só trazem felicidade se forem partilhados
Sophia de Mello Breyner.

O domingo, dia 24 de fevereiro, acordou com sol... e, pouco a pouco, aos nossos olhos, o XII Passeio Pedestre das Mós foi-se exibindo feito paisagem... era dia de mais uma iniciativa da Associação de Cultura e Recreio “As Mós”.

Fruto da ideia de dar a conhecer a riqueza paisagística da freguesia, o Passeio Pedestre da Mós, em 2013 denominado “por trilhos e veredas da estação”, para além da justeza da homenagem a todos aqueles que no passado calcorrearam esses caminhos, assumiu, por excelência da paisagem, contornos de autêntico tesouro. E assim, para a maioria dos cento e cinquenta participantes que desconhecia por completo (com o Rio aqui tão perto) esta parcela do Douro Superior, o deslumbramento foi total, pois “os tesouros só trazem felicidade se forem partilhados”.

Quando no almoço, depois do caldo de cebola, dos grelhados e da conversa de amigos, se saboreou por sobremesa o doce que a laranja-das-Mós tem, ficava-nos a ideia de quanto é bom sonhar para levar a efeito iniciativas como esta. 
E lembrámos (por Alberto Caeiro) Fernando Pessoa:

“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...”
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